Pesquisa da UFSCar sobre falhas com cateteres em recém-nascidos é destacada em congresso
Pesquisa do DMed da UFSCar sobre falhas com cateteres em recém-nascidos ficou entre os cinco melhores trabalhos da categoria Segurança no Congresso Brasileiro de Pediatria de 2026, com base em notificações do Notivisa.
Uma pesquisa sobre falhas com cateteres em recém-nascidos, desenvolvida no Departamento de Medicina (DMed) da UFSCar, ficou entre os cinco melhores trabalhos da categoria Segurança no Congresso Brasileiro de Pediatria de 2026. Segundo a universidade, o evento é o maior da área no país.
Resumo rápido
- Período analisado: notificações de 2014 a 2022
- Tema: falhas com cateteres em recém-nascidos
- Dados do Notivisa: local, mês e ano, grau de dano e estado da ocorrência
- Parceiros: UFSCar, Anvisa e Sobrasp
Como foi o estudo sobre falhas com cateteres em recém-nascidos?
A residente Bruna Amélia de Oliveira Coelho, que também cursa mestrado em Gestão da Clínica na UFSCar, conduziu o trabalho sob supervisão da docente Cristina Ortiz Valete. O objetivo foi observar como se comportaram as notificações de falhas com cateteres em recém-nascidos no sistema Notivisa, que reúne informações como local de ocorrência, mês e ano, grau de dano e estado em que o incidente aconteceu.
Para a docente Cristina Ortiz Valete, do DMed e líder do Núcleo de Estudos de Epidemiologia aplicada à Saúde Perinatal, Neonatal e Pediátrica da UFSCar, esse tipo de falha é frequente. Segundo ela, o levantamento permite identificar a frequência, os estados com mais notificações e os danos associados, o que oferece subsídios para a gestão definir prioridades.
Para a professora, o destaque dá visibilidade à instituição fora do campus e mostra a qualidade acadêmica do grupo, além da ênfase dada à segurança do paciente em estudos sobre falhas com cateteres em recém-nascidos.
Além da UFSCar, participaram do projeto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente (Sobrasp), segundo a universidade. O trabalho também recebeu aval do CEP da própria instituição, sob o CAAE 73189223.9.0000.5504.
O que ainda não foi informado?
A notícia não traz os números do estudo, como o total de notificações analisadas, os estados com mais registros ou a frequência exata das falhas. Para mais detalhes, a referência é a própria notícia publicada pela UFSCar.
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Fontes
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