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Eleições em Israel: coalizão de Netanyahu não chega à maioria no Knesset

A coalizão do premiê Benjamin Netanyahu ficou com 53 das 120 cadeiras do Knesset, contra 48 da oposição liderada por Gadi Eisenkot, e nenhum dos blocos chega aos 61 necessários para formar governo.

Por Redação Gazeta São Carlos · ·

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Eleições em Israel: Retrato de Benjamin Netanyahu
Foto de arquivo. Benjamin Netanyahu Foto: Hudson Institute/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
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As eleições em Israel, realizadas na terça-feira (27), deixaram a coalizão do premiê Benjamin Netanyahu sem a maioria de 61 cadeiras necessária para formar governo. Segundo o g1, a Comissão Eleitoral Central divulgou os resultados finais: o bloco governista ficou com 53 assentos no Knesset, contra 48 da coalizão de oposição liderada por Gadi Eisenkot.

Resumo rápido

  • Eleições em Israel: coalizão de Netanyahu tem 53 cadeiras, abaixo das 61 necessárias.
  • Oposição liderada por Gadi Eisenkot: 48 cadeiras.
  • Partidos árabes: 19 cadeiras, o que quase dobrou a presença deles no Knesset, segundo o g1.
  • Netanyahu alega fraude, mas, segundo o g1, as acusações não tinham provas até o momento.

Como se divide o Knesset após as eleições em Israel

A tabela a seguir mostra a distribuição das cadeiras por legenda nas eleições em Israel, conforme os números que o g1 publicou. O Likud, de Netanyahu, ficou com 27 cadeiras, e o Yashar, de Gadi Eisenkot, com 21, o maior partido do bloco de oposição.

Bloco Partido Cadeiras
Governista (Netanyahu) Likud 27
Governista (Netanyahu) Shas 6
Governista (Netanyahu) United Torah Judaism 7
Governista (Netanyahu) Religious Zionist Party-Zehut 6
Governista (Netanyahu) Otzma Yehudit 7
Oposição (Eisenkot) Yashar 21
Oposição (Eisenkot) B’Yachad 12
Oposição (Eisenkot) Os Democratas 8
Oposição (Eisenkot) Yisrael Beiteinu 7
Partidos árabes Lista Conjunta 11
Partidos árabes Ra’am 8

Nenhum dos dois blocos alcança os 61 assentos sozinho, e a disputa agora é por alianças com outras legendas. Segundo o g1, nenhum dos lados tem um caminho claro até a maioria. O The New York Times, citado pelo g1, avalia que o país pode enfrentar um período de incerteza que dure semanas. Antes da votação, a coalizão de Netanyahu tinha 63 assentos.

Os partidos árabes, com 19 cadeiras, ganharam peso nas negociações. Segundo a colunista do g1 Sandra Cohen, como nenhum dos lados quer incluí-los, eles passam a ter mais força para defender seus interesses.

Netanyahu fala em fraude, e líderes árabes rejeitam a acusação

A votação teve participação recorde da população, segundo o g1. Netanyahu afirmou que o crescimento dos partidos árabes foi impulsionado, em parte, por fraude eleitoral. Segundo o Metrópoles, líderes árabes rejeitaram a acusação e a classificaram como incitação. O g1 registra que as acusações de fraude não tinham provas até o momento.

O que ainda não foi informado?

As fontes não trazem prazo para a formação do novo governo após as eleições em Israel, nem indicam quais partidos devem compor a maioria.

Acompanhe mais notícias da editoria Mundo na Gazeta São Carlos.

Fontes

  • g1 (publicado pela fonte em 30/10/2026)
  • Metrópoles (publicado pela fonte em 30/10/2026)

Matéria da Redação Gazeta São Carlos, elaborada a partir das fontes indicadas e conforme a política editorial. Encontrou um erro? Veja como pedir uma correção.

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